André Spitzman Jordan nasceu na Polônia, em 1933 e chegou ao Rio em 1941, com sua família. Além do Rio de Janeiro, morou em Nova York, Paris e Buenos Aires e atualmente divide o seu tempo entre Lisboa e Londres.
Foi o promotor responsável por alguns dos mais famosos projetos imobiliários e de lazer, tais como a Quinta do Lago, Vilamoura XXI e Belas Clube de Campo, em Portugal, e a segunda fase do La Manga Club, na Espanha.
Três dos campos de golfe por ele criados estão na lista dos 100 melhores do mundo.
Publicou este ano, em Lisboa, o livro "Posto de Observação", a coletânea dos seus artigos na imprensa.
É casado com Nora Agnes Jordan, uma americana nascida no Egito, e tem 4 filhos dos seus anteriores casamentos. Aguarda a chegada próxima do oitavo neto.
Viver este livro ao lado do André me encheu de otimismo, ao
imaginar que um dia o Rio pode voltar a ser este Rio de figuras que tinham
importância e sabima ser importantes, com alegria e bom gosto. É um atestado de
origem para a nossa Cidade Maravilhosa.
Ana Maria Ramalho
André Jordan é o homem de visão, que inclusive pagou o preço de ver
antes dos outros, como no caso de Arembepe, onde hoje estão os maiores
empreendimentos da costa bahiana e que ele idealizou nos anos setenta, em sua
volta ao Brasil, em função dos acontecimentos em Portugal. Mas este criativo
homem do imobiliário, hoje reconhecido como referência mundial pelo que fez no
Algarve e em Sintra, é também dotado de sensibilidade cultural e grande
generosidade pessoal. Ele é que merece ser personagem de um livro. Este Rio que
ele conta tem muito de sua personalidade, nas qualidades hoje raras, de
elegância e categoria. É mais que um livro, é um passeio.
Aristóteles Drummond
O pai do André foi um inovador no mercado imobiliário do Rio nos
anos cinqüenta. André aprendeu e foi mais longe ao criar os mais importantes
projetos de golf ligados ao turismo imobiliário em Portugal, elogiados
mundialmente. O curto período que o tive em nossa empresa foi muito proveitoso.
E o Rio que ele mostra é aquele que todos amamos.
Carlos Fernando de Carvalho
Conhecí André na casa do Vinicius, em Ipanema. Seguindo a conhecida
tendência do poeta em apliocar o diminutivo nos nomes de seus amigos, todos
chamavam André de Andrezinho. Sensível à música e às Artes em geral, ele tinha
grande carinho pelo Ciro Monteiro,assim como pelo Carlso Scliar. Ajudava
escolas de samba e sempre prestigiou, nos seus empreedimentos, a música
brasileira. Desde então somos amigos
Haroldo Costa
O André sempre foi um jornalista frustrado, como ele mesmo
confessa. Seu livro é uma crônica do Rio dos anos cinqüenta, que ele viveu tão
bem e agora nos conta com graça e talento
Hildegard Angel
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Cap. 1 : Primeira Lição |
Cap. 3 : Batente e Boemia |
Cap. 5 : Arte Moderna |
Cap. 6 : Na Cadência Bonita do Samba |
Cap. 7 : Uma Nova Bossa |
Cap. 8 : Bossa Nova mesmo é ser Presidente |
Cap. 11 : O Rei e eu |
Cap. 14 : O Teatro |